sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Excerto do livro " O Cavaleiro da Dinamarca"

Já no meio do jantar levantou-se uma discussão sobre a obra de Giotto.
         Quem é Giotto? - Perguntou o Cavaleiro -.
         - Giotto – respondeu do outro lado da mesa um homem de belo aspeto e longos cabelos anelados que se chamava Filippo - é um pintor do século passado que foi discípulo de Cimabué.
- E Cimabué quem é? – Perguntou o Cavaleiro-. Filippo sorriu e respondeu:                      
- Tal como adão foi o primeiro homem da terra assim Cimabué foi o primeiro pintor de Itália. E foi ele quem descobriu o talento do jovem Giotto. Passou-se isto há mais de cem anos numa manhã de primavera. Voltava então Cimabué duma viagem quando, a meio do caminho, na vertente dum monte, num lugar solitário e selvagem, viu um grande penedo todo coberto de desenhos. Eram desenhos simples, mas cheios de beleza e de verdade.
- Quem será o pintor que vem pintar as pedras das colinas? – Exclamou Cimabué, maravilhado e cheio de surpresa 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Resumo do livro

Era uma vez um cavaleiro que vivia com a sua família, no meio da uma floresta, no Norte da Dinamarca. Em frente à casa avistava-se o maior pinheiro da floresta. Certo natal, o Cavaleiro disse a sua família aos amigos e aos criados que no natal seguinte não estaria presente. Porque iria passá-lo em Belém, na gruta onde nasceu Jesus. No entanto, também prometeu que no Natal a seguir estaria de novo com a família. Ninguém se opôs porque nunca se deve dizer a um peregrino para não partir. Partiu na Primavera, chegou à Palestina, seguiu até Jerusalém passando a noite de Natal na gruta em que Jesus nasceu. Também travou uma grande amizade com um mercador veneziano. Partiram para Itália. O Cavaleiro nunca tinha imaginado uma beleza como a que veio a encontrar na cidade de Veneza. Mas, passados alguns dias, o dinamarquês decidiu partir para casa, para junto da sua família. O mercador deu-lhe um cavalo, cartas de apresentação para facilitar a estadia em casa de amigos no Norte de Itália. Passou por Ferrara e Bolonha, chegando em Maio a Florença. Encontrou a casa do banqueiro Averardo. O banqueiro, nessa noite, tinha convidado alguns colegas para lá ir jantar. Mais uma vez, o Cavaleiro ficou espantado com o conhecimento que se reunira naquela sala de jantar. Ouviu a história de Giotto e Cimabué, de Dante e Beatriz. Mas era necessário partir. A caminho de Génova o dinamarquês adoeceu. Os frades de um convento trataram dele, mas muito lentamente. O Verão passou e todos os navios que o levariam de Génova até Flandres já tinham partido. Então, por terra e de cavalo, o Cavaleiro iniciou a sua viagem até Bruges. Atravessou os Alpes, os campos e toda a França. Mas quando finalmente chegara a Flandres já era Inverno. O Cavaleiro dirigiu-se então para a casa de um negociante flamengo, levando consigo uma carta do banqueiro Averardo. Foi aí que ouviu as histórias de um marinheiro da frota do negociante. As expedições portuguesas em que participara e a descoberta de África. Contou-lhe que o desentendimento das línguas provocara algumas guerras.

Mas o dinamarquês continuava sem saber como voltar à sua cidade. Por mar não ia ser de certeza! Então decidiu efetuar uma viagem dura a pé. Os rios estavam gelados, o frio piorava a situação. Mas nunca desistiu e continuou o seu caminho até casa. Na antevéspera de Natal, chegou finalmente a uma pequena povoação perto da sua familiar floresta. E foi ter com os seus amigos, que lhe disseram que a família estava preocupada com a sua ausência. Os amigos emprestaram-lhe outro cavalo, porque o seu estava coxo e cansado e ele prosseguiu com a sua viagem a um ritmo ainda mais rápido. Mesmo ao findar do dia, optou por um caminho que o levaria a uma pequena aldeia de lenhadores. Aí comeu uma ceia, por muito que o tentassem convencer a não ir, o Cavaleiro continuou com a sua viagem mas perdeu-se na noite. Quando, na floresta deserta, gelada e escura enfrentou o perigo de lobos e de um urso, ele apenas dizia que era noite de trégua, noite de Natal. Sentiu-se perdido, pensou nos Reis Magos e na estrela que os guiara. E olhou para o céu mas nada o guiou. Então rezou e, ao longe, começou a notar uma claridade que lhe deu outra esperança. Ocorreu-lhe que outro lenhador estivesse perdido. Pensou que pudesse passar a noite com ele ao pé de uma fogueira que ele tinha feito. Ele foi em direção anjos tinham colocado luzes no grande pinheiro que ficava ao lado da sua casa. O Cavaleiro conseguiu chegar a tempo de passar o Natal com a família. Assim nasce a tradição do pinheiro de Natal, decorado e iluminado, que junto da família o cavaleiro repete todos os anos A fé e a persistência fizeram com que conseguisse cumprir a sua promessa. Da Dinamarca, este costume espalhou-se para o resto do mundo. 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Comentário do cartoon



Era uma vez, uma fábrica que tinha 7 chaminés e houve um menino que decidiu por 4 vazos em 4 chaminés. Esses vazos eram azuis, a cor da terra que estava la dentro era castanha clara e tinham plantas com 22 ou mais folhas. As chaminés eram castanhas, o fumo era muito preto. O menino estava vestido com umas calças brancas e com uma blusa verde e as escadas por onde ele subiu eram brancas.

Este cartoon tem como objetivo criticar o fumo e a poluição que vai para a atmosfera. Porque esse fumo que vai para a atmosfera faz muito mal ao nosso planeta.

Esta ideia do cartoon esta muito bem representada porque a poluição nosso planeta esta muito grave, os donos das fábricas não querem saber da poluição que provocam, só querem saber do dinheiro que recebem. Em Portugal tem de haver menos poluição.

Glossário de BD




Balão- serve para representar as falas e pensamentos, sendo que normalmente aponta para o emissor.

Banda desenhada- texto misto (linguístico + visual) sem movimento, normalmente em papel.

Desenhos animados- desenhos com movimento, normalmente em ecrã de televisão.

Homem Aranha – Foi criado por Stan Lee para a Marvel Comics na década de 1960

Onomatopeias- palavras que representam sons.

Patinhas McPato ou Patinhas Mac Patinhas, conhecido como Tio Patinhas é uma personagem Americana de ficção criado pelo cartunista Carl Barks.

Prancha- página de BD.

Tira-sequência de banda desenhada.

Vinheta-quadradinho de banda desenhada.

X-Men é uma equipa de super-heróis de histórias de BD publicadas nos Estados Unidos pela Marvel Comics.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

“No dia em que havia coisas ao contrário”

Certo dia numa manhã de sol, notei que algo estava errado, tinha as minhas coisas do avesso, mas não liguei.               
           A sair de casa vi que algo estava mal, as árvores estavam de pernas para o ar.
           De chegada à escola, esta estava mesmo, mas mesmo muito estranha. Eram os alunos bons a serem maus e os professores, em vez de ensinarem, brincavam como nós alunos.
           Fui perguntar a um amigo se ele estava a ver o mesmo que eu, mas ele não me ligou nenhuma. Então fui lavar a cara e quando dei por isso tinha os pés nas mãos e as mãos nos pés.
           Estava tudo muito estranho, mas naquele momento fui para a cama e deitei-me. No dia seguinte já estava tudo normal.
           E enfim, foi aquele o meu dia ao contrário.